segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

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Coleira Infantil

Essa semana começou na mucuva para variar!!! Gente eu sou um ser humano controlado, mas eu ainda vou matar um aqui na escola! Quando as pessoas  deixarão  de acreditar que o mundo roda ao redor de seus umbigos?  Ninguém é a ultima latinha de coca-cola do deserto, todos precisamos uns dos outros.Desabafo feito vamos ao assunto do post.
Li essa semana sobre coleira infantil, sei que o tema não é novo, mas parei pensar bastante e cada vez mais me surpreendo com a humanidade. Me digam como se sentiriam andando assim na rua?


Tá, seu bebezinho aprendeu a anda e te dá o sufoco quando sai passear e você morre de medo de perde-lo na multidão por isso comprou isso para usar com ele ... entendo mas não compreendo. Quantas milhares de gerações de humanos foram criados sem precisar " disso"? N o passado existia uma coisa importante chamada L I M I T E S e eles não eram físicos, me lembro claramente de andar perto da minha mãe por medo de me perder, de não correr na frente dela por saber que ela chamaria a minha atenção ... esses eram os meus limites que minha mãe construiu comigo.
Imaginei uma professora de maternal com seus 25 alunos ( aqui na prefeitura é assim) num passeio, como fazer para não perder ninguém? Impondo limites a eles desde pititicos. Nunca perdemos ninguém hein!!!
Eu tenho 3 filhos e quem os conhece sabe que não são santos, mas nunca os perdi porque sempre agi com firmeza ao delimitar até onde se pode ir sozinho, onde é preciso andar de mão dada e onde se pode correr, simples e educativo como minha mãe sempre fez comigo, e eu nem morri!!!!
Me desculpe quem curtiu a idéia e a adotou para seu filho, mas me entristece perceber que hoje em dia as vontades falam mais alto que as coisas importantes, entre elas a de entender o que é andar em segurança.
Gente tudo é importante para uma criança, mas o mais importante de tudo é andar em segurança, saber o que é certo e errado, além de aprender a escolher o melhor para si e para o outro, isso é o mais importante para viver em sociedade e ser feliz.
Beijos e ótima semana
Glau

4 Comentários.

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  1. Marcia disse... 21 de fevereiro de 2011 22:01

    Que coisa HORRIVEL!!
    Mas isso é para quem ve seu filho como um animal, trata-o assim, como se ele não tivesse capacidade de discernimento (coisa que as crianças adquirem bem antes de seus papais desconfiarem). Alias, ate os animais bem educados não precisam de coleiras!!
    E que Deus nos de fé, amiga!
    Bjs e que sua semana melhore a cada dia!

  2. Luiza Coelho disse... 22 de fevereiro de 2011 15:21

    não concordo com você. Já vivemos muitos anos sem muitas coisas muito bem e hoje não nos vemos sem celular,televisão, microondas, etc etc... as facilidades são criadas para nos auxilar cada vez mais. Tudo bem que concordo muito com você que os pais devem impor limites mas não vejo essa "coleira" como uma inimiga disso tudo.. vejo com uma forma de segurança... e talvez você esteja assim com esse preconceito todo porque isso não faz parte da sua cultura: lugares com milhares de gente (como parques como a Disney por exemplo ou cidades com muita gente como as cidades japonesas) e porque tenha comparado crianças a animais pelo termo usado para definir o obejto. Fiz um post sobre esse objeto no meu blog pois tenho um irmão autista que mesmo que impondo limites tem coisas que ele não absorve e age por impulso (como por exemplo se jogar na rua por causa de um barulho inesperado) e muita gente foi preconceituosa... acho que tudo depende da ótica que se ve as coisas... Se fossemos parar pra pensar nas milhares de gerações que viveram muito bem sem computador, talvez eu nem tivesse conhecido seu blog e vc nem tivesse conhecido essa coleira...
    Bom, espero que entenda meu ponto de vista... abraços

  3. Glaucia disse... 23 de fevereiro de 2011 07:10

    Oi Luiza, bem vinda !
    Todo ponto de vista é importante, além do que acredito que é nas divergências que a gente aprende não é?!
    Já tive filhos pequenos, já fui a lugares com multidões e mesmo assim eles continuam aqui comigo. Acredito que em situações muito especiais ela seja realmente muito util, mas infelizmente todas as vezes em que vi esse objeto em uso era para a comodidade da mãe.
    Me animei a escrever o post justamente por ler um relato de uma mãe que dizia que esse objeto veio revolucionar a vida dela, que hoje em dia pode ver uma vitrine sossega sem se preocupar com a segurança da filha dela... um tanto fútil, mas tud bem.
    Gostei do seu comentário, e saiba que será sempre bem vinda por aqui.
    Abraços
    Glaucia

  4. Bicha Fêmea disse... 2 de março de 2011 16:42

    Oi, Glaucia!
    Acho que tudo depende do ponto de vista. Eu, por exemplo, nunca enxerguei esse objeto como uma coleira. Sempre enxerguei como um acessório de segurança, e isso é um objeto super comum em outros países.

    Eu o conheci nos EUA, e eles têm vários tipos de decoração e tal, que é para ficar mais bonitinho. Eu não sou mãe (ainda), mas quando for, a depender do lugar onde esteja, pretendo usar, sim. Aliás, até já tenho ele. Marido trouxe um em uma das viagens que fez a trabalho, depois que eu vi em uma outra viagem que fui e achei o objeto útil.

    Lógico, usar só para ver vitrines soa fútil mesmo, mas acredito na utilidade num local de grande aglomeração como um parque tipo o da Disney ou num show, onde se você descuida num piscar de olhos a criança some na multidão.

    Já vi crianças perdidas em shopping e, acredito, em certa situações podem ser bastante úteis.

    Também não acredito que pais que usem a cordinha estejam fazendo a comparação de seus filhos a animais de estimação.

    Bom, é no acredito. :)

    Beijos,
    Lidi

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